Balanço de meio de ano: como revisar a carteira sem se enganar com o retrovisor
Revisar a carteira no meio do ano é corrigir o desvio da sua meta de alocação — não premiar o que subiu. O método, os vieses que sabotam e um checklist pé-no-chão.
Revisar a carteira no meio do ano é corrigir o desvio da sua meta de alocação — não premiar o que subiu. O método, os vieses que sabotam e um checklist pé-no-chão.
Quais investimentos seguem isentos de Imposto de Renda em 2026 — LCI, LCA, poupança, debênture incentivada, FII — e o que mudou com a Lei 15.270 nos dividendos.
IOF não é um imposto único: são cinco tributos sobre operações financeiras distintas. Entenda em junho/2026 a tabela regressiva dos 30 dias, alíquotas de câmbio em 3,5%, o que mudou com o Decreto 12.466/2025 e a MP 1.303, e como reduzir IOF sem deixar de investir.
FIDC virou produto de prateleira no varejo após a Resolução CVM 175, com patrimônio próximo de R$ 700 bilhões em abril/2026. O caso Realize SCFI, em liquidação desde fevereiro/2025, expôs riscos de concentração e cessão. Entenda estrutura, riscos, comparação com CDB e LCI, e o que verificar antes de aplicar.
CPFE3 a R$ 44,42 em junho de 2026, com DY de 8,40%, ROE de 23,72% e R$ 4,3 bilhões em dividendos aprovados: análise completa da CPFL Energia — modelo regulado, 1T26 (+18% de lucro), valuation, riscos da revisão tarifária e do controle estrangeiro, e para quem a tese faz sentido.
CSMG3 a R$ 57,40 em junho de 2026: a ação da Copasa que subiu 125% em 12 meses enquanto o lucro do 1T26 caiu 14%. Análise completa — por que o preço descolou do fundamento (aposta de privatização), valuation esticado (P/L 16), alavancagem em alta, riscos do evento e para quem a tese faz sentido.
SBSP3 a R$ 27,54 em junho de 2026, com DY de apenas 2,53% e alta de 25% em 12 meses: a análise completa da Sabesp pós-privatização — por que o yield é baixo de propósito, a política de dividendos progressiva até 2030, o 1T26 (+32%), a aposta na gestão Equatorial, riscos de execução e para quem a tese faz sentido.
CMIG4 a R$ 10,73 em junho de 2026, com DY de 11,79%, P/L de 6,35 e lucro 1T26 -4%: análise completa da Cemig — por que o yield alto pode encolher (dívida saltou de R$ 9,9 bi para R$ 16,8 bi), o desconto de estatal, o debate de privatização, comparação com TAEE11 e CSMG3, riscos e veredito honesto.
ISAE4 a R$ 27,33 em junho de 2026, com P/VP de 0,84 (abaixo do valor patrimonial) e DY de 6,79%: análise completa da ISA Energia Brasil (ex-CTEEP) — por que a transmissora negocia com desconto (revisão da RBSE), a alavancagem de 3,63x, comparação com TAEE11, riscos regulatórios e se o desconto é valor ou armadilha.
A Taesa (TAEE11) registrou lucro de R$ 192,6 milhões no 1T26 e paga DY de 8,25% nos últimos 12 meses. Veja como avaliar a transmissora pura no ciclo atual e os pontos de atenção em alavancagem.